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Deficiência auditiva é a redução ou perda total da audição, provocada geralmente por traumas mecânicos (acidentes de trânsito, perfuração por objetos enfiados dentro do ouvido, etc), pela exposição a barulho excessivo e por doenças congênitas ou adquiridas.
Na maioria dos casos a perda auditiva é gradual e indolor, muitas vezes desenvolvendo-se tão lentamente que quase não se nota.
Vários são os modelos de próteses auditivas existentes no mercado. A indicação do mais adequado é de responsabilidade do profissional médico ou do fonoaudiólogo, que atende ao paciente. É importante destacar, ainda, que antes de usar uma prótese auditiva, o paciente deve se submeter a um exame clínico com um médico otorrinolaringologista e a exames auditivos.
Sintomas da perda auditiva
• Dificuldade em ouvir sons agudos, como vozes de mulheres e crianças, assim como canto dos pássaros;
• Dificuldade em ouvir em lugares públicos como shows, teatros, igrejas;
• Dificuldade em entender conversas com um grupo de pessoas;
• Dificuldade em entender a televisão, rádio ou telefone.
A importante participação da família
Aproximadamente 10% das perdas auditivas podem ser ajudadas clinicamente. Graças aos numerosos avanços tecnológicos atuais, é possível ajudar a quase totalidade dos 90% restantes com a utilização de aparelhos auditivos.
Há diferentes modelos de aparelhos auditivos disponíveis para diferentes graus de perda auditiva. Aprender a escutar com a ajuda de aparelhos auditivos requer um período inicial de adaptação, tanto por parte do usuário como por parte dos que o cercam.
A paciência é importante nas primeiras etapas. Lembre-se que, da mesma forma que uma perda auditiva é usualmente gradual, pode tomar tempo para acostumar-se com os sons novamente proporcionados pelo aparelho auditivo. O usuário começa a responder aos aparelhos em curto período de tempo e recupera a habilidade natural de perceber tanto a direção como o significado dos sons.
É necessário que a família se esforce ao máximo para inserir o usuário na comunicação do dia-a-dia. Ela também é importante para detecção do problema, já que a perda auditiva muitas vezes ocorre de forma lenta e gradual, a partir dos 50, 60 anos, e sendo assim os idosos não percebem que estão adquirindo continuamente maior dificuldade para ouvir e entender diálogos.
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